Boletim Secretaria de Saúde – n° de casos

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta segunda-feira (31/08), 445 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 28 (6%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 417 (94%) são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar e que já estavam curados, ou na fase final da doença. Agora, Pernambuco totaliza 125.539 casos já confirmados, sendo 25.533 graves e 100.006 leves.

Confira os detalhes: https://bit.ly/32OabhM

Além disso, o boletim registra um total de 107.243 pacientes recuperados da doença. Destas, 14.796 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 92.447 eram casos leves.

Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por 184 municípios pernambucanos (tabela 2), além do arquipélago de Fernando de Noronha e da  ocorrência de pacientes e outros Estados e países.

Também foram confirmados laboratorialmente 19 óbitos (sendo 10 do sexo masculino e 9 do sexo feminino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Abreu e Lima (1), Água Preta (1), Caruaru (1), Catende (1), Gameleira (1), Glória do Goitá (1), Gravatá (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Jupi (1), Limoeiro (2), Petrolina (2), Recife (3), Riacho das Almas (1), Salgueiro (1). Com isso, o Estado totaliza 7.593 mortes pela doença.

As mortes registradas no boletim de hoje ocorreram entre 9 de junho e 30 de agosto. Do total de mortes do informe de hoje, 6 (31,5%) ocorreram nos últimos dois dias, sendo 2 óbitos registrados no dia de ontem (domingo, 30/08), 4 em 29/08. Os outros 13 registros (68,5%) ocorreram entre os dias 09/06 e 27/08.

Os pacientes tinham idades entre 28 e 88 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (1), 30 a 39 (1), 40 a 49 (1) 50 a 59 (3), 60 a 69 (4), 70 a 79 (5), 80 anos ou mais (4).

Dos 19 pacientes que vieram a óbito, 14 apresentavam comorbidades confirmadas: diabetes (10), doença cardiovascular (9), hipertensão (4), tabagismo/histórico de tabagismo (3), AVC (2), Alzheimer (1), etilismo (1), doença hepática (1), doença respiratória (1), obesidade (1)  – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais estão em investigação.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 20.807 casos foram confirmados e 30.916 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.

Durante entrevista coletiva, realizada nesta segunda-feira (31.08), o secretário estadual de Saúde, André Longo, ressaltou a importância da análise dos indicadores gerais da Covid-19 e sua redução, que se dá de forma heterogênea, nas diversas regiões do Estado. “Com relação aos dados da última semana epidemiológica, continuamos observando a queda nos indicadores gerais da doença, especialmente em relação aos casos de síndrome respiratória aguda grave (srag) e os desfechos fatais aqui em nosso Estado. Com relação aos casos de síndrome respiratória aguda grave houve uma queda de 15,7% quando comparamos com a semana epidemiológica 34 – estamos falando da semana epidemiológica 35 e comparando com a 34 -, e esse número chega a 17,5% quando observamos os quinze últimos dias. Já quando analisamos os óbitos, a redução das mortes por srag foi na ordem de 29,2%”, afirmou.

“Interessante destacar que, em relação aos casos de síndrome respiratória aguda grave nós observamos que nas quatro macrorregiões do Estado houve redução quando se observa os últimos quinze dias, mesmo algumas regiões que tinham crescido na semana 34 se comportaram agora melhor na semana epidemiológica 35”, disse o gestor.

“Ainda não há uma homogeneidade dentro das próprias macrorregiões, então ainda temos algumas situações em algumas das Gerências Regionais de Saúde (Geres), naquelas regiões dentro das macrorregiões, que ainda exigem cuidados, pois não temos um comportamento uníssono nos quinze dias que é um dos critérios que a gente utiliza. Então é importante continuar acompanhando algumas das regiões e é por isso também que nós não vamos tomar medidas homogêneas para todas as macrorregiões do Estado”, acrescentou.

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