A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta segunda-feira (15.06), 246 novos casos da Covid-19 em Pernambuco. Entre os confirmados hoje, 143 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 103 como leves. Agora, Pernambuco totaliza 45.507 casos já confirmados, sendo 17.246 graves e 28.261 leves.  Além disso, o boletim registra 28.894 pessoas curadas da Covid-19 no Estado. Desse total, 7.256 são de casos graves e 21.638 casos leves.

Confira os detalhes: https://bit.ly/2UNDmOD

Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por 168 municípios pernambucanos (tabela 1), além do Arquipélago de Fernando de Noronha e da ocorrência de pacientes em outros Estados e países.

Também foram confirmados laboratorialmente 31 óbitos (sendo 16 do sexo feminino e 15 do sexo masculino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Recife (10), Olinda (4), Jaboatão dos Guararapes (3), Carpina (2), Abreu e Lima (1), Agrestina (1), Araçoiaba (1), Cabo de Santo Agostinho (1), Capoeiras (1), Caruaru (1), Catende (1), Ipubi (1), Limoeiro (1), Palmeirina (1), Serra Talhada (1) e Vitória de Santo Antão (1). Com isso, o Estado totaliza 3.886 mortes pela doença.

Os óbitos aconteceram entre os dias 25 de abril e 14 de junho e os pacientes tinham idades entre 37 e 93 anos. Dos 31 pacientes que vieram a óbito, 22 apresentavam comorbidades confirmadas: diabetes (8), hipertensão (8), doença cardiovascular (3), câncer (2), síndrome demencial (2), doença renal (2), tabagismo/histórico de tabagismo (2), doença de Alzheimer (1), histórico de etilismo (1), doença pulmonar (1), doença hepática (1) e doença do aparelho digestivo (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais estão em investigação pelos municípios.

As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 40 a 49 (2), 50 a 59 (4), 60 a 69 (7), 70 a 79 (5), 80 ou mais (12).

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 13.778 casos foram confirmados e 15.089 descartados. As testagens abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Estado foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar os profissionais da área da saúde.

 

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