Boletim Secretaria de Saúde do Estado – n° de casos

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta quinta-feira (08/04), 2.884 casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 199 (7%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.685 (93%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 364.354 casos confirmados da doença, sendo 37.227 graves e 327.127 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Leia o boletim completo da SES-PE: 08.04 – BOLETIM COVID-19_COMUNICAÇÃO SES_PE

Além disso, o boletim registra um total de 307.902 pacientes recuperados da doença. Destes, 21.429 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 286.473 eram casos leves.

Também foram confirmados laboratorialmente 82 novos óbitos (42 masculinos e 40 femininos), ocorridos entre os dias 24/09/2020 e 07/04/2021.

As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Belo Jardim (1), Brejinho (2), Buíque (1), Cabo de Santo Agostinho (2), Camaragibe (1), Carnaíba (2), Custódia (1), Escada (2), Garanhuns (2), Gravatá (2), Itambé (1), Jaboatão dos Guararapes (7), Olinda (8), Orobó (2), Paudalho (2), Paulista (3), Petrolina (8), Pombos (1), Recife (25), Saloá (1), São Benedito do Sul (1), São Bento do Una (3), São José da Coroa Grande (1), São José do Egito (1), Tabira (1) e Vitória de Santo Antão (1). Com isso, o Estado totaliza 12.623 mortes pela doença.

Os pacientes tinham idades entre 28 e 95 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (1), 30 a 39 (5), 40 a 49 (8), 50 a 59 (13), 60 a 69 (13), 70 a 79 (29), 80 ou mais (13). Do total, 66 tinham doenças pré-existentes: doença cardiovascular (39), diabetes (32), obesidade (16), hipertensão (14), doença respiratória (7), doença renal (7), tabagismo/histórico de tabagismo (7), etilismo (2), doença neurológica (1), imunossupressão (1), doença de Alzheimer (1), câncer (1) e histórico de AVC (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Dois pacientes não tinham comorbidades e os demais seguem em investigação.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 27.959 casos foram confirmados e 47.363 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais. O boletim de hoje também traz, em sua parte final, o detalhamento da testagem
destes profissionais.

INFLUENZA

Paralela à campanha de vacinação contra a Covid-19, Pernambuco inicia, na próxima segunda-feira (12/04), a imunização contra a influenza. A iniciativa, que contemplará mais de 3,5 milhões de pessoas, será dividida em três etapas e irá se estender até o mês de
julho. A primeira fase segue até 10/05 e, inicialmente, devem ser priorizadas crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas e população indígena de 6 meses a 8 anos.

Para dar início à Campanha, o Ministério da Saúde encaminhou 338.400 doses do imunizante contra a influenza e o insumo já foi distribuído a todas as 12 Gerências Regionais de Saúde. A Secretaria, por meio do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), já encaminhou mais de 4 milhões de seringas e agulhas para a operacionalização de toda a campanha.

“No cenário de pandemia, a vacina contra a influenza é importante para que possamos proteger os grupos mais vulneráveis contra esses vírus, que também têm relevância para o sistema de saúde. Quanto mais vacinados, menor risco de adoecimento e, consequentemente, teremos menos pessoas suspeitas para infecções respiratórias. Isso, sem dúvida, evitará um impacto ainda maior na nossa rede de saúde. Por isso, se você ama seu filho, não deixe de levá-lo ao posto de vacinadão”, alertou o secretário André Longo.

A vacina contra a influenza protege contra três cepas do vírus: A (H1N1), A (H3N2) e B. Seu objetivo é evitar complicações decorrentes desses vírus e, consequentemente, hospitalizações e mortes, além de diminuir a circulação viral. A expectativa é proteger, no mínimo, 90% do público prioritário.

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

Durante a coletiva de imprensa online do Governo de Pernambuco, o secretário estadual de Saúde realizou a análise dos indicadores da última Semana Epidemiológica (SE 13), que corresponde ao período de 28/03 a 03/04. De acordo com André Longo, o Estado continua observando uma desaceleração da doença, mas alertou que o cenário ainda é preocupante e que os dados continuam em patamares elevados.

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), pela primeira vez desde o final de janeiro, apresentaram queda, com 1.681 casos notificados na semana passada. O número corresponde a uma redução de 2,2% em comparação com a semana anterior, que registrou 1.719 casos – o que aponta para um quadro de estabilidade. Já em relação às solicitações na central de regulação, pela primeira vez neste ano, Pernambuco registra, por duas semana seguidas, redução nos pedidos por internação em UTI. Houve uma redução de 11% na comparação entre a semana passada (SE 13) a anterior (SE 12), que, por sua vez, já tinha registrado uma redução de 4% em comparação a semana epidemiológica 11 (14 a 20/03).

Na análise da taxa de mortalidade, de acordo com levantamento da Organização PanAmericana da Saúde (OPAs/OMS), nos últimos 30 dias, Pernambuco possui a menor taxa de mortalidade do país nos últimos 30 dias. Em 2020, o Estado teve a 12ª maior taxa do país e no acumulado de 2021, registra a segunda menor taxa.

“Este indicador é reflexo direto do grande esfordo de abertura de leitos que estamos fazendo, por determinação do governador Paulo Câmara, e também das medidas de isolamento. Ao todo, desde março, já são 1.578 vagas de UTI, das quais 550 abertas em 40 dias. com isso, conseguimos internar um número cada vez maior de pacientes, de forma mais precoce, conseguindo, assim, salvar mais vidas”, analisou André Longo.

O gestor estadual pondera, no entanto, que, para que os dados se transformem em tendência de queda sustentada, com a consequente diminuição da pressão sobre a rede de saúde, é preciso que a população reforce o distanciamento social, e, principalmente o uso correto da máscara. “É possível conciliar o avanço na retomada das atividades com a redução dos indicadores. Para isso, é preciso que todos tenham consciência e estejam unidos em prol da vida. O seu comportamento ao negar a gravidade do vírus; ao não usar máscara, além de ter um grande potencial de adoecimento para você mesmo, pode levar o sofrimento para quem está ao seu lado. É um comportamento que pode provocar o pior para alguém que você ama. Adões salvam vidas”, salientou o secretário

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