Indicadores da Covid-19 em Pernambuco continuam em queda

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Para efetivação das etapas do plano de convivência, vamos fatores estão sendo levados em conta, inclusive a taxa de contágio – número de pessoas para qual cada paciente infectado transmite a doença. Segundo o secretário André Longo na coletiva, atualmente, a média estadual está em 0,87.

Mesmo quando se analisa o dado de forma regionalizada, já que há uma questão heterogênea em Pernambuco, o gestor reforça que que todas as regiões estão com o indicador abaixo de 1. As maiores taxas são no Sertão, na área da X Gerência Regional de Saúde (região de Afogados da Ingazeira), com 0,97; e na IX Geres (Sertão do Araripe), com 0,83.

“Os avanços no plano de convivência só estão sendo possíveis pelos indicadores de saúde. E eles são um reflexo das ações do poder público, mas, primordialmente, das atitudes de cada um de nós quando retomamos as atividades a que nos propomos e ao rígido seguimento dos protocolos para cada uma dessas atividades. Apesar de estarmos conseguindo dar passos a frente, o momento ainda exige muita cautela e não nos dá o direito de relaxar. O vírus continua circulando e nós precisamos adotar os cuidados na retomada desse plano de convivência. Nunca é demais reforçar: usar máscara corretamente, cobrindo a boca e o nariz, sempre que sair de casa; lavar as mãos com frequência, utilizar álcool em gel, quando disponível, e adotar o distanciamento social são atos fundamentais para evitar o contágio e demonstram o cuidado que temos com a saúde de todos, a nossa saúde e a saúde do próximo. Só com cada um fazendo a sua parte será possível salvar mais vidas e também avançar no plano de convivência”, frisou Longo.

MENOS ÓBITOS – Na noite da quarta (26.08), o Ministério da Saúde (MS) divulgou boletim epidemiológico que aponta para a redução dos indicadores da Covid-19 em Pernambuco. De acordo com o órgão federal, no Nordeste, houve uma queda de 14% nos casos da doença da semana passada (semana epidemiológica 34) em comparação com a anterior (SE 33). Especificamente em Pernambuco, a variação foi ainda maior: uma redução de 18%.

Em relação aos óbitos, o MS analisou pela data de inclusão do caso nos informes epidemiológicos dos Estados, apontando uma estabilização. Com isso, foram 1.449 mortes na semana 34 e 1.520 na semana 33, uma leve redução de 4,6% Em Pernambuco, a variação para menos foi de 18%.

Em relação aos óbitos, a SES-PE reforça que a métrica utilizada pelos epidemiologistas levam em conta a data de ocorrência do falecimento. A partir desse parâmetro, a redução das mortes no Estado foram de 23% na comparação das semanas epidemiológicas 33 e 34.

 

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